domingo, 4 de dezembro de 2011


Hey, este texto e baseado numa noticia que ouvi já à uns tempos em que também e baseado o post "critica", a noticia e verídica e depois imaginei uma historia á sua volta. Como podem reparar ainda não tem titulo :c o que vou queria pedir era que depois de o lerem deixarem um comentário aqui, no facebook ou assim com dicas para o titulo ;D. Espero que gostem :3

Tiago era apenas um rapaz como todos os outros que não fez as melhores escolhas. Tinha 19 anos; sentia-se confortável em roupa larga e nunca largava o seu boné que cobria com o carapuço da camisola que trazia vestida. O seu melhor amigo, Manuel, andava sempre com ele desde criança, ambos andavam com um gang muito conhecido pelas piores razões na aldeia em que ambos moravam desde sempre.
Desde pequeno que Tiago relacionava-se muito bem com os pais, sempre fora muito carinhoso e educado, coisa de que os seus pais se orgulhavam muito. De Tiago ninguém na Aldeia tinha queixas, mas do gang dele as queixas eram às dezenas, já que perturbavam toda a gente.
 Ele tinha uma namorada chamada Renata, ele era doido por ela, uma das coisas que ele esperava comprar com o 1º salário do part-time que tinha arranjado há pouco, era uma prenda para a sua amada, algo que representasse o amor que sentiam e o quanto se importava com ela. Eles passavam os dias juntos, desde que se conheceram há 2 anos e ela há muito que o tentava convencer a deixar o gang, coisa que ele prometera fazer desde que se conheceram. Renata tinha menos 4 anos que ele, coisa que era muito criticada por toda a aldeia, principalmente pelo pai de Renata que nunca aprovara a relação, apesar de tudo isto eram felizes e não pensavam separar-se tão cedo.
Era dia 10 Março de 2010 e como sempre Tiago saíra de casa para se encontrar com os amigos, estava um pouco sonolento já que na noite anterior tinha estado presente na queima das fitas de um familiar seu que estudava em Coimbra. Como sempre o ponto de encontro era um pequeno café no centro da aldeia onde se encontravam diariamente, normalmente comparecia todo o grupo mas desta apenas combinou apenas com o seu melhor amigo e a sua namorada. Eram 15:00h quando chegou ao café, e lá Manuel esperava-o com um sorriso no rosto por vê-lo, conversaram até serem interrompidos pelo toque do telemóvel de Tiago, era uma mensagem que dizia o seguinte: “ Desculpa amor, mas ontem não conseguia adormecer e deixei-me dormir já tarde e só acordei agora. Vou só tomar um duche e já vou aí ter. Amo-te. Beijos Renata.” Retomaram a conversa até que levado pela força do vício, Tiago foi á explanada fumar um cigarro, sentou-se numa das cadeiras de plástico situadas na entrada no café quando um grupo de aproximadamente cinco populares o começaram a insultar, reagindo aos insultos Tiago colocou o cigarro no cinzeiro e levantou-se da cadeira no sentido de se defender dos mal dizeres com que era vitimado. Depressa as palavras viraram acções, e os simples insultos passaram a contacto físico. Tiago estava em minoria, e mesmo com a ajuda de Manuel que veio em seu auxílio, os esforços eram inúteis e acabaram ambos caídos no chão. Em volta de Tiago reuniram-se quatro dos agressores que depressa passaram ao seu principal objectivo, e começaram a pontapeá-lo violentamente. Sem se poder defender, este continuava deitado no chão manchado com o seu sangue. Nesse momento chegou Renata que esperançosa esperava encontrar o seu mais que tudo á sua espera, deu com ele estendido no chão. Esta começou a gritar por ajuda, o pai de Tiago que trabalhava não muito longe escutou os gritos de Renata e veio em seu auxílio. Ao ver o pai de Tiago os Agressores fugiram rapidamente, mas os danos já tinham sido feitos. Tiago tinha hematomas por todo o corpo, cuspia sangue e tinha urinado e vomitado no próprio local. Renata apressou.se a chamar uma ambulância, e deitou.se ao lado do seu amado, pela sua face escorriam lágrimas repetidamente.
A ambulância chegou precisamente 15 minutos depois, o pai quis acompanha-lo assim como Renata que continuava inconsolável. Tiago mal falava, mas dirigiu-se ao pai dizendo:
- Olha o que eles me fizeram!
E de seguida perdeu os sentidos. O caminho para o Hospital parecia cada vez mais longo e o pai de Tiago tentava com todas as suas forças segurar as lágrimas que teimava a brotar dos seus olhos, uma tarefa quase impossível.
Chegaram ao hospital e Tiago foi levado para o seu interior enquanto os seus familiares esperavam contrariados na pequena sala de espera perto dos cuidados intensivos. Algumas horas depois uma enfermeira apareceu diante os olhos do pai de Tiago, as noticias não eram as melhores, Tiago entrara em Coma, mas ainda existia esperança. As horas que se seguiram não foram melhores que as que se antecederam, Renata adormecera mas o pai de Tiago permanecia completamente acordado ignorando a noite que já passara de criança há muito.
O tempo passava e a escassa recepção de notícias deitava abaixo a pouca esperança que ainda continuava viva em seus corações. Eram precisamente 09:03h quando se aproximou um médico, tinha o cabelo preto assim como a sua barba que parecia não ser feita há muito, levantou a cabeça e pelos seus olhos com um ar de tristeza poder-se-ia adivinhar que as noticias não eram as melhores. O pai do Tiago acordou a Renata que estava deitada sobre seu ombro há já muito e ambos se preparam para o pior. Depois de muitos rodeios de termos médicos que ambos desconheciam, a palavra temida acabou por ser pronunciada “Lamento”, bastou apenas esta palavra para destruir todas as esperanças, significava que uma vida se houvera perdido e que por boa educação se usa a palavra Lamento como se isso a pudesse trazer de volta. Entre lágrimas e gritos de dor profunda, a sede de vingança inundava o interior de todos os que o amavam, no sentido de paixão como o caso de Renata, de amizade como todos os seus amigos e principalmente de paternidade como os seus pais que agora sentiam um vazio dentro de si, depois da coisa mais preciosa que ambos tinham ter sido roubada.
A notícia espalhou-se depressa pela pequena aldeia e as reacções eram variadas, desde quem achava que ele o merecia pelos estragos que o seu grupo houvera feito e os que o conheciam bem e sentiam que aquilo era uma grande injustiça.
O Funeral não tardou, entre amigos chegados a apenas conhecidos, o número de pessoas presentes foi elevado. As lágrimas escorriam até pela cara do rapaz que todos julgavam ser incapaz de chorar. Entre os presentes, quase camuflada na multidão estava Renata, com o seu vestido preto e uns óculos que usava para tentar esconder a tristeza que era demasiado grande para que todos notassem, ela estava de rastos, podiam-se ver as suas olheiras por detrás dos borrões de maquilhagem. Ele era o mundo para ela e agora que esse mundo desapareceu ela sentia.se vazia e sem nada onde se apoiar. A pouco metros de Renata estava o rapaz de esteve sempre ao lado de Tiago, que riu com ele nos bons momentos que passaram juntos e que esteve a seu lado quando tudo parecia correr mal. Agora estava sozinho, sentia falta do abraço do melhor amigo ou simplesmente de coisas a que não damos importância no momento mas que quando desaparecem deixam marcas. É estúpido como não aproveitamos as coisas quando as temos e apenas quando desaparecem lhes damos valor e desejamos poder senti-las novamente.
Entre as palavras do padre, podiam.se ouvir pequenos soluços de quem continha as lágrimas o mais que podiam, em seguida, chegou o momento mais doloroso, o momento em que se tem que dizer algumas palavras sobre a pessoa que nos foi roubada. Começaram os pais, relembrando as traquinices do filho quando este apenas tinha 5 anos, contaram histórias atrás de histórias e terminaram com um breve “ descansa em paz meu anjo”. Em seguida, falou Manuel que entre soluços falou sobre o seu melhor amigo, relembrando os bons momentos que ambos partilharam e reflectindo sobre a dor que sentia sem o ter a seu lado. Por fim, Renata que apenas disse: “ Nunca te vou esquecer. Amo-te. Descansa em paz” e desatou a chorar como se tudo estivesse perdido. No final, todos se reuniram em volta da sua campa e gritaram o seu nome num tom de tristeza.
Nunca se descobriu quem o matou nem as suas verdadeiras razões, os amigos juraram vingança, mas apesar dos seus esforços o sentimento de vingança nunca foi preenchido, os pais decidiram deixar o caso para a justiça mas também não houve resultados.


Baseado em factos reais


R.I.P. Tiago P.


By:Puky

sábado, 3 de dezembro de 2011

True Love - Parte Final


Ele entrou na casa e a minha unica reacção foi desatar a chorar, agora acho que poderia ter feito algo para evitar tudo aquilo mas fiquei sem reacção, fiquei sem forças. Queria entrar mas tinha medo do que poderia ver. Hesitei, fiquei parado durante alguns momentos diante da porta de entrada, dei um passo em frente e recuei, conseguia ouvir os seus gritos e o seu corpo a arrojar no chao, como no dia em que ela chegou. Nesse dia consegui salva-la, agora ja nada poderia fazer. Entrei e segui em direcção ao quarto, nao o queria ver, agora odiava-o mais do que alguma vez o odiei. Odiava-o por todo o sofrimento que causou, pela infancia carregada de tristeza e morte; pelo medo que me fazia sentir e acima de tudo por me ter roubado a unica coisa que eu alguma vez amei e que alguma vez que me fez feliz. Ouvi os seus passos pesados a aproximarem-se, pensei que fosse entrar e fazer-me algo mas apenas berrou: Foste tu que causas-te isto! Ela vai morrer por tua causa! e voltei a ouvir os passos as afastarem-se. Isto doeu mais que qualquer abuso fisico a que ele me pudesse submeter, isto deixa-te a pensar no que poderias ter feito, a culpa destroi-nos por dentro,faz-nos odiar-nos, é simplemente um sentimento horrivel.
A noite chegou e agora nao havia um abraço que encobrisse o medo ou um sussurro que apagasse a dor. Apenas sentia um vazio enquando escutava os gritos vindos da cave, os gritos da miuda que eu amava, e por muito que tentasse não pensar dela, a imagem do seu sorriso invadia-me a mente. Desejava adormecer e ao acordar te-la nos meus braços, sentir o corpo dela junto ao meu ou simplesmente sentir o seu respirar ou o bater do seu coração. Agora estava sozinho sem razao para continuar, sem razao para viver.
 Se tentasse algo para a tirar dali ele matava-a se nao fizesse nada ele mataria-a na mesma, nao tinha escolha. Eu ja deveria estar preparado para isto, eu sabia que nao a poderia ter ali para sempre, que se nao a tirasse dali isto iria acontecer, eu poderia ter feito tanta coisa, eu podia ter-la salvo, eu podia te-la ajudado a fugir, sofreria menos morrendo no lugar dela do que senti-la a morrer tao perto de mim e nao o poder impedir. Enquanto ouvisse os seus gritos de socorro sabia que ela estava viva, quando estes se apagasse entao tudo houvera acabado.  Tentei tudo, tentei pedir-lhe para solta-la mas ele nem me dirigiu a palavra, tentei solta-la sozinho mas ele achou que era mais seguro trancar a cave e tentar tirar-lhe a chave era impossivel. Os dias passaram e o tempo esgotava-se, os gritos tornavam-se mais fracos ate que hoje desapareceram. Corri desesperadamente para a porta, bati nela com toda a minha força, chamei pela Taylor ate ficar sem voz mas nao houve resposta. Encostei-me á porta e apenas chorei, fiquei imovel apenas a chorar e a dizer palavras sem sentido mas que naquele momento necessitavam de ser ditas. O meu pai chegou nessa altura, olhou para mim e apenas sorriu, como se tivesse feito uma boa acção, como se roubar a vida a alguem fosse um orgulho. Voltei para o quarto e aqui estou a escrever, a minha historia que vai terminar aqui. Nao aguento mais esta vida injusta que apenas me apunha-la pelas costas, que me fez viver anos horriveis e quando eu finalmente estava feliz, roubou-me o motivo da minha felicidade. Nestes momentos e que eu gostaria de ter fé, gostaria de acreditar que ha algo depois disto, um sitio algures onde possa ser feliz, um sitio onde depois de morrer possa estar com ela, mas nao tenho força suficiente, era tudo tao mais facil. Para ter uma crença e preciso ter força, para a seguir, para nao duvidar e acima de tudo para acreditar, coisa que eu nao consigo. Por muito que doa acho que aseguir a isto nao ha nada, que apenas deixamos de sentir dor ou felicidade, odio ou amor; que deixamos de pensar, sonhar ou seja deixamos de existir. Isto assusta-me tanto, mas nao aguento mais esta dor, nao aguento mais isto. Para que viver se apenas há sofriemento? Se nao há caminho por onde seguir? Desta vez ninguem me vai impedir, vou trancar a velha porta de madeira que outrora oferecia segurança a uma vida, agora vai ajudar a que se acabe com outra. Ninguem me poderá ajudar, esta decisão e minha e nao vou deixar que ninguem a altere. Tenho o revolver do meu pai da mao, preciso apenas de apretar o gatilho, parece facil mas nao é. O meu pai sempre me chamou de cobarde, talvez seja isso que seja, por acabar com tudo isto, mas nao e qualquer cobarde que tem força suficiente para acabar com a propria vida, acreditem. Quero que leias isto, Pai, sei que nao vais sentir nada, porque es um psicopatica sem sentimentos, mas quero que sabes que isto é tudo culpa TUA, TU e que fizeste com que a minha vida fosse um inferno, TU e que me tiraste a vontade de viver, TU e que me Matas-te!

True Love :3. Part.5

Sabia que tinha que fazer algo mas não sabia o que. Nao a poderia deixar sair dali e ajudar a amiga mas tambem nao a poderia prender a meu lado, ela nunca me iria perdoar, nunca me senti tao confuso em toda a minha vida, a situação que ja ha muito era ma, agora houvera piorado. Dei voltas e voltas a minha cabeça, tinha que arranjar um plano de salvar a amiga da Taylor, nao aguentava mais ouvi-la chorar, doia.me demasiado. Horas depois arranjei um plano, um plano estupido e talvez sucicida mas ao menos tinha um. Quando se esta apaixonado faz-se coisas parvas para a felicidade da outra pessoa e essa era uma dessas coisas.  O plano era simples, enquanto eu começava a correr e a gritar que iria contar a toda a gente sobre o pequeno (grande) segredo do meu pai, ele iria de certeza seguir-me e, talvez espancar-me ate á morte, mas isso nao interessa, porque enquanto o mantia distraido a Taylor descia ate a cave, trazia a amiga e fazia com que ela saisse pela janela do meu quarto. Agora percebo o quando era estupido e perigoso mas naquele momento so pensava em ve-la bem.
No dia seguinte, decidimos cumprir o plano já que a amiga da Taylor tambem nao teria muito tempo. Naquele momento estava completamente assustado mas ela com a sua voz melodica sussurrou-me ao ouvido : Tu consegues amor! e voltei a ter forças de novo, comecei a correr em direcção a rua e a seguir com o plano, como de esperado o meu pai veio atras de mim, mal cheguei á entrada, este derrubou-me e enquando estava deitado no chão ele pontapeou-me enquando gritava: Estas louco? Eu ja te tinha avisado miudo! Para a proxima vais desta para melhor!, sentia dores horriveis, mas era por ela por isso nao importava.  Queria que ele parasse mas precisava que continuasse para poder dar tempo á Taylor, derrepente ouviu-se uma porta a bater, ele olhou-me com os seus olhos furiosos, baixou-se e sussurrou: Espero que a tua amiguinha nao tenho feito nenhuma asneira!

Continua...

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

True Love :3. Part.4

Os dias passavam e o nosso amor encobria a vontade que ambos tínhamos de sair dali brevemente. A minha casa era no meio de um campo, a única maneira de lá chegar era através de um estreito caminho por entre árvores, a cidade estava a vários minutos de distância e como não morava ninguém nas proximidades, estávamos completamente isolados o que dava ao meu pai todas as condições para continuar com o seu reino de terror. Metia também um grande obstáculo a todos os planos de fuga que eu planeava. 
Todas as semanas o meu pai trazia uma rapariga nova para substituir as que ia matando, as que não ofereciam resistência duravam mais, enquanto as que gritavam demais era degoladas para manter o silêncio. Quando ouvia a velha carrinha do meu pai a chegar, fechava.me no quarto com a Taylor para não termos que assistir á destruição de mais uma vida, para ela  ainda custava mais já que ela tinha passado por tudo aquilo e sabia perfeitamente o que elas estavam a sentir. Num desses dias estávamos fechados no quarto, quando de repente a Taylor que estava encolhida nos meus braços sussurrou: “ eu conheço aquela voz”, sem dizer mais nada saltou da cama e começou a correr em direcção ao perigo. Corri rapidamente atrás dele e consegui agarra-la antes de chegar perto do meu pai. Completamente abismado, sussurrei-lhe ao ouvido: “ Estás doida? Queres que ele te mate?”, Ela desatou a chorar e entre soluços disse: “Aquela rapariga…Sabes a que o teu pai…acabou de levar para a cave… eu conheço-a… é…é… a minha melhor amiga. Eu tenho….Tenho que salva-la”. Fiquei completamente em choque. 

Continua...

domingo, 27 de novembro de 2011

True Love :3. Part.3

Ele queria que eu seguisse o caminho dele, mas eu não sou o mostro que ele vê em mim, eu não sou como ele e isso e algo de que me orgulho. Não me consigo imaginar a magoar um ser humano inocente, alguém cujo único crime é estar no sitio errado á hora errada. A vida não deveria ser roubada apenas por prazer de outro da mesma espécie, mas sim terminar no curso da natureza.  A minha cabeça está inundada de porquês, não consigo perceber como ele consegue tirar satisfação em magoar um ser tão belo como a que tenho a meu lado, e não podia deixar que isso acontecesse. Queria pensar em algo para nos tirar dali mas a minha cabeça já não respondia á minha vontade de engendrar um plano aquela hora, deitei-me então, abracei-me á minha amada, deitei a cabeça na almofada e deixei a melhor concelheira de todas actuar.
No dia seguinte todo permanecia igual, o mesmo horror, o mesmo cheiro a morte e maioritariamente uma grande vontade sair dali e ser uma pessoa normal. Fui a cozinha buscar alguma comida, já que a rapariga permanecia no quarto, não querendo encarar a cara de quem quase lhe roubou a vida por diversão. Enquanto procurava por algo comestível nos armários, escutei a conversa entre a minha mãe e o homem a quem supostamente deveria chamar de pai, procurando então um acontecimento que desse asas ao meu plano de fuga. Sem sucesso, voltei para o quarto onde a Taylor se encontrava, ainda adormecida entre os lençóis da minha cama. Acordei-a sorrateiramente, e depois de um breve beijo sussurrei carinhosamente: Bom Dia Princesa. O seu sorriso fez-me pensar no quanto haveria desejado aquilo, em toda minha vida sempre quis descobrir o que era amar, já que os monstros com que cresci apenas me ensinaram o significado de ódio. Isto era um sentimento diferente, O aperto no estômago que sentia agora era completamente diferente do que sentia quando apenas via morte a minha volta, isto era uma sensação boa. Ela era como um raio de sol num dia enevoado que te faz pensar que tudo vai melhorar, e que apesar de toda a dor e sofrimento, a sua presença faz-te sorrir mesmo que por dentro chores intensamente. Eu sei que é complicado, mas quando estava sozinho com ela o mal parecia não existir, até sermos assombrados por gritos aterradores. 

Continua...

sábado, 26 de novembro de 2011

True Love :3. Part.2

Passaram vários dias desde o tal dia e como de costume lá estava eu, mal conseguia dormir, já estava habituado, mas mesmo assim não conseguia ignorar os pedidos de ajuda vindos da cave, pedidos esses desesperados. Desde criança que era assim, cresci no meio de sangue e terror, sempre com o desejo de poder sair daqui um dia mais tarde. Tentei ser normal e arranjar amigos mas o mau aspecto da minha família fazia todos temerem de mim, farto de toda a exclusão e humilhação a que era submetido, deixei a escola. Desde os 10 anos que o meu pai me obriga a ajuda-lo a tomar conta das raparigas que tem na cave, ao principio contava-me uma história em que as inseria como más da fita e por isso tinham que ser castigadas, durante uns anos acreditei nisso, apesar de achar um castigo demasiado macabro para qualquer crime que pudessem ter cometido. Cinco anos depois decidi pesquisar sobre uma das raparigas a quem o meu pai cortou o pescoço á minha frente, fui ao armário onde todos os pertences das prisioneiras estavam e encontrei o BI dela “ Ana Rita Correia Martins, 17 anos”, Corri para o computador pesquisei o nome dela e logo apareceu uma noticia sobre o seu desaparecimento, ao contrario do que o meu pai me tinha dito, ela não era uma prostituta mas sim uma rapariga pacata duma aldeia não muito distante, na noticia falava de como os seus pais mantinham viva a esperança de encontrar a sua única filha com vida, fiquei de rastos. No dia seguinte confrontei o meu pai com todos os dados que havia descoberto, tivemos uma discussão horrenda e no final ameacei contar tudo se não as libertasse, inundado de raiva o meu pai correu até á cozinha onde a minha mãe estava a preparar o almoço e ao encostar uma faca de cozinha ao pescoço dela disse:
- Se contas isto a alguém, não vais ser só tu que te calas para sempre mas a tua mãezinha também não vai ficar em condições de dizer nada a ninguém.
Calei-me imediatamente, corri para o quarto e lá me mantive fechado o resto de dia. Foi ai que tentei o meu primeiro suicídio, infelizmente sem sucesso, seguido de varias tentativas também falhadas, graças á rápida assistência da minha mãe que via em mim a sua única esperança.

Continua....

True Love :3. Part.1

Hey, este texto é um pouco grande por isso decidi dividi-lo em várias partes ;D. Aqui fica a primeira parte, Espero que gostem....

A maneira como ela me olhava, os seus lábios nos meus levemente como um simples toque de magia… “Nunca vou deixar que nada de mal te aconteça” sussurrava-lhe ao ouvido mesmo sabendo que não a podia proteger, o sorriso e o abraçar dela destroçavam-me, ela parecia feliz mesmo longe de casa. Por muito que a amasse não a podia prender lá, por muito que ela quisesse ficar a meu lado era muito perigoso. O meu pai vai acabar por leva-la e prende-la como as outras, prefiro tê-la longe de mim, do que em minha casa sabendo que está com aquele psicopata. Queria fugir com ela, mas sabia que depois ele ia acabar por descarregar a fúria na minha mãe… Não compreendo como ela consegue estar com ele, dormir ao lado de um assassino, vê-lo fazer aquilo e nem sequer se importar.
Lembro-me do dia em que uma nova rapariga chegou, o meu pai arrastava-a pelos cabelos, depois de a retirar da carrinha; nesse momento tive que fazer alguma coisa, sentia algo por ela, algo estranho, apenas a tinha visto, mas juro que sentia. Consegui salva-la, (afinal aquele mostro sempre sente alguma coisa) depois de implorar para não a magoar, ele deixou-me ficar com ela. Levei-a para o meu quarto, tranquei a velha porta de madeira, limpei-lhe as lágrimas do rosto, tirei-lhe a fita-cola da boca, desatei as cordas que lhe prendiam fortemente os pulsos. Ela olhou para mim com o olhar assustado que tinha desde que chegara ali, pensei que fosse gritar mas simplesmente abraçou-me e sussurrou: “ Não o deixes fazer-me mal” enquanto soluçava de tanto chorar. Abracei-a também, fiquei sem reacção, podia mantém-la ali por agora mas não para sempre. 

Continua.....

By.Puky

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

:3

“ Ninguém é feio, apenas não encaixam nos padrões do que a sociedade considera uma pessoa gira”  

By:Puky

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Amor

Forte sentimento
Desejo incontrolável
Inundado de Sofrimento
Um Estado instável

Poderosa Dor
Difícil de controlar
Incluindo o sabor
A um veneno que ninguém quer provar

Todos o sentem
Mas nem todos o consentem
Alguns profundamente
Mas há quem mente

Amar
Não significa ser amado
Desejar
Não significa ser desejado
Querer sentir
Não significa querer ser sentido

O melhor ou pior
Talvez maior
Sentimento
Alguma vez sentido

Encontrar a
lguém que te ame,
é um grande achado
Porque nem todos têm a sorte,
de encontrar o seu amado

By:Pati



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Critica :x

Será que as pessoas só se sentem bem a matar? A saciarem-se com o sangue alheio, apenas por diversão, por vingança ou até por algo que realmente nem sequer teve importância mas que serve de boa desculpa para motivo. Quem culpar? A sociedade que apenas valoriza os mais fortes? A Natureza Humana? ou um lado mau que todos nos temos e que um dia sai á rua? Será que todos nós somos capazes de matar?

A justiça popular é cada vez mais frequente, já que as pessoas não acreditam na justiça decidem então espancar um jovem que tem a vida toda pela frente e que alguém decide matar apenas porque errou. Apenas porque não é um ser Perfeito aos olhos da sociedade. Pararam para pensar nos pais dele, que apenas queriam ver o seu filho crescer e ser feliz? Estes que eram mais perfeitos aos olhos da sociedade mas que também sofreram, e são eles que estão neste momento que estão a olhar para uma antiga fotografia do filho que lhes era tão importante e que não podem ter a seu lado porque há pessoas tão estúpidas que se acham perfeitas e não podem tolerar erros de quem não é assim!

A morte não deveria ser uma sentença para ninguém, o homem não deveria ter o poder de decidir quem vive ou morre! Errar é humano, todos erramos por mais pequenos que sejam mas ao longo da nossa vida todos cometemos erros, alguns mais graves que outros. Para isso há um sítio chamado Prisão, que a sua utilidade é prender pessoas que cometeram erros demasiado graves para serem perdoados.

By:Puky

domingo, 20 de novembro de 2011

M. C. Escher

Hey, este texto foi feito para a escolinha já há uns tempos quando fui a um exposição de M.C. Escher, então o trabalho era escolher um quadro de Escher e escrever algo sobre ele, o resultado foi este: 


Sintra, 13 de Dezembro de 1519

Minha Querida
                Hoje tomei a maior decisão da minha vida , há muito que o pondero mas finalmente este e o momento certo. Ao olhar para a tua fotografia , relembro todos os momentos que passamos juntos até aquele dia, o dia em que tudo mudou e um terrível acidente te levou de mim.
                Sozinho já nada vale a pena, apenas passo o dia a olhar para a bola de cristal imaginando o teu reflexo a meu lado. A vida tornou-se insuportável, deixei de ver as coisas boas já que estas se transformaram em demónios que me perseguem e me estão a enlouquecer. As pessoas olham-me de lado como se me culpassem pela tua morte, o que me faz sentir um mostro . Tudo se transformou em dor e a alegria é algo que desconheço há muito
                A única coisa que adoro são os livros, sabes que sempre amei ler e agora estes são a minha única companhia; com eles posso imaginar que estou envolvido em histórias fantásticas que tomam conta da minha imaginação.
                Agora aqui estou a escrever uma carta que nunca vai ser lida; uma carta morta já que o seu destinatário também o está.
                O whisky, o meu maior vício, vai também ser o meu fim, dentro do velho armário está um frasco de veneno entre dois livros, vou mistura-lo com a bebida para acabar com todo este sofrimento.
                Acabo assim esta carta, anunciando a minha morte sabes que nunca fui religioso mas gostaria de acreditar que existe um sitio melhor onde poderemos estar juntos novamente e finalmente sermos felizes.

Do Sempre Teu

António Pereira 
(nome Fictício)



By:Puky

sábado, 19 de novembro de 2011

Pawa a minha Anne :3

Conhecemo-nos por uma mera coincidência, uma banal mensagem corrente que nunca pensei que pudesse criar uma amizade tão forte ^^. Começamos a falar e descobrimos que tínhamos gostos iguais e isso fez com que as nossas conversas fossem mais frequentes, senti que eras diferente ;$. Lembro-me de uma das nossas primeiras conversas ;$, falamos de algo tão banal como musica e logo nos primeiros dias a cumplicidade entre nos foi crescendo.
  O tempo foi passando e a nossa amizade permaneceu, assim como as nossas conversas brutais até de madrugada. Nunca as vou esquecer acredita, nem as vezes que aturaste os meus desabafos quando mais precisava ou as vezes que me ajudas.te a tomar a decisão  mais acertada e que pôde fazer toda a diferença. É assim que todas as amizades deveriam ser, para alem de todo o carinho que partilhamos, ajudam-nos a resolver coisas que pareciam casos perdidos.
Acredita que quando finalmente estiver a teu lado nunca mais te vou largar, odeio a distância que há entre nós, não é que a nossa amizade não seja suficientemente forte para derrubar esta distância, mas quem me dera poder abraçar-te todos os dias :c. Um simples toque tornaria tudo ainda mais perfeito.
Quero ter-te para sempre, já és parte de mim princesa, não ia conseguir continuar a viver se te acontecesse algo, significas demasiado para mim :c.


Amo-te para sempre Anne <3


By:Puky

ACABOU :X

Sei que o que vivemos, não volta mais, não volta porque tu não queres porque fizeste de tudo para a nossa relação não durar, para me fazeres sofrer, sim fazer sofrer aquela a que dizias que nunca a ias deixar…que dizias que sem ela não sabias viver. Não sei como conseguiste uma semana depois de darmos um tempo, apareceres com uma nova gaja para apresentares aos teus amigos. Um tempo…Um tempo demasiado longo…Um tempo que demora a passar…Acho que já nem lhe podemos chamar tempo já que me trocas-te e nem te importaste como ia ficar. Nem pensas-te nos momentos que passamos juntos, que pensei que pudessem durar para sempre e que agora vives com ela tão intensamente como viveste comigo. Dizias que era única, que só tinhas olhos para mim, que as minhas desconfianças eram parvas que não tinham razão de ser. Queria confiar em ti, mas a maneira demasiado “Amigável” como tratavas a tuas supostas amigas fazia-me desconfiar que algo estaria mal. Todas as pessoas me avisaram do teu tipo, que me ias fazer sofrer, mas as tuas palavras carinhosas faziam-me acreditar que a tua mudança era verdadeira, que o calor do teu abraço era apenas meu. Estava farta das bocas acabando por afastar os amigos a quem agora dou razão e simplesmente não me queriam ver mal. Sinto-me estúpida porque continuo a gostar de ti, quando simplesmente te quero odiar, porque é que não o conseguimos esquecer mesmo depois da dor causada? Quero-te olhar nos olhos e dizer que te odeio, mas continuo a cumprir a promessa de nunca te mentir, aquela que tu quebras-te mais que uma vez, sem te importares como ela. Dizias que precisavas de estar comigo, depois deixas-me sozinha e inventavas uma desculpa esfarrapada para encobrir a realidade do acto que cometias. Eu completamente apaixonada por ti, desculpava-te sempre depois de me olhares nos olhos e jurares pelo nosso amor que aquilo não era só uma desculpa, mas sim pura verdade. Esses olhos verdes a que nunca consegui resistir, que me orgulhavam de te ter só para mim, pensava que esse olhar era simplesmente para a miúda que amavas e não para todas as que querias comer (como acabei por descobrir). Como és capaz de me fazer sofrer, depois de tudo o que fiz por ti, para estar contigo…A suposta mudança em ti nunca aconteceu, nem nunca vai acontecer, já não consigo acreditar em ti, dizes que a miúda com que curtiste durante o nosso tempo foi um erro, que agora tens a certeza que só me queres a mim. Mas sabes que mais? Esquece…Esquece-me…Esquece tudo o que passamos,  esquece que alguma vez te amei…ACABOU!!

By:Puky

Textinho Antigo ;$$

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Injustiça

Odeio a injustiça, há coisas que não são justas e que simplesmente não deveriam acontecer. Como por exemplo, durante toda a vida um rapaz tem um sonho, luta por ele e a todo o custo tenta alcança-lo. Este consegue agarrar o seu sonho e continua a lutar, porque nesta vida para tudo há que lutar, para ser o melhor, para deixar todos orgulhosos dele. Todos aqueles que sempre acreditaram que ele não ia conseguir, estão agora silenciados e abismados com o que ele conquistou. Ele está no topo do mundo, é um dos melhores e tem toda a recompensa do que conseguiu alcançar pela frente.

Hoje é um dia como todos os outros na sua vida, ele acorda e tem uma grande competição onde sempre sonhou estar, cheio de ânimo este prepara tudo e com um sorriso nos lábios começa a grande corrida. A mulher que ama e com quem pensa partilhar toda a sua vida assiste nervosa. Esta é a pista onde há apenas 3 anos conquistou o pódio nas 250cc, agora é diferente, esta entre os melhores, um grande esforço apenas não chega. Ele começa cheio de determinação e luta pelo quarto lugar, quando cai da mota e, esta não foi como todas as quedas que há dado anteriormente. Depois de cair o rapaz que desde os 9 anos ambicionava tudo aquilo, foi atropelado por 2 motas que seguiam depois dele, e ali estava o seu corpo imóvel no meio da pista. Nas bancadas podia se ver a face da sua amada lavada em lágrimas sem saber o seu estado. Ele foi levado para o hospital mas nada havia a fazer. O rapaz fora morto pelo seu sonho, quando era considerado um dos pilotos mais promissores da actualidade.

Depois de tudo isto, como pode haver pessoas que acham a vida justa? Que acham que Deus escreve direito por linhas tornas? O rapaz está morto, não há volta a dar! Não há justiça que possa ser feita a sua morte, porque foi só um acidente e mesmo que houvesse responsáveis, a justiça sobre eles não ia trazer o rapaz de 24 anos de volta. Há situações mesmo estúpidas, é que não há outra palavra, a vida em si é estúpida porque uma pessoa luta a vida toda para alcançar algo e quando o alcança, morre! Qual é o propósito de tudo isto se tudo acaba? Neste momento há milhares de pessoas a morrer, talvez algumas que viveram uma vida cheia e que agora pelo ciclo natural da vida morrem de velhice, outras, crianças que morrem de fome sem saber o que a palavra felicidade significa. Porque é que uns têm o direito a ser felizes o outros não? Já que todos somos iguais, porque e que uns têm mais oportunidades que outros? Simplesmente não faz sentido, nada faz sentido…






R.I.P. Marco Simoncelli 1987-2011





By:Puky

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Definição de vida

Tudo começa 
Assim tudo tem que acabar
A vida e assim
Mas ninguém o quer aceitar


É como um jogo
Mas bem real
Subindo de nível,
Percebendo como dura é a realidade
Quando parte alguém especial 
E só resta a saudade


As pessoas que amamos partem
Para um sítio melhor, talvez
Quer queiramos ou não
Algum dia há-de chegar a nossa vez


Isto e a minha definição 
Pode nem ser verdade
Mas a vida deve ser vivida com emoção
Porque há pessoas com tal maldade 
Que os outros fazem sofrer 
Por eles próprios não sentirem felicidade



By:Puky

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

UCanCallMePuky :3

Hey, eu sou a Patrícia, mas tratam.me por Pati ou Puky. Tenho 15 anos e vivo numa pequena cidade onde a maioria só se preocupa em falar da vida dos outros. Sou uma miúda normal, adoro musica, alias amo musica, não consigo passar um dia sem ouvir musica, sem ela a vida não valeria a pena. Amava saber tocar bateria e o meu grande ídolo é o Joey Jordison. Gostaria de conseguir tocar como ele e passar a minha vida a tocar para uma multidão ao rubro. Como sei que nunca vou conseguir nada disto, tenho outro grande sonho, um que me vou esforçar ao máximo para realizar, mas que para o poder atingir vou ter que estudar imenso mas não importa porque vou estar a fazer algo com gosto. Por muito que me digam que nunca vou conseguir vencer na vida ao seguir Psicologia eu não vou desistir, por muito que me digam para seguir algo que tenha mais saída, eu não quero, porque poderia ter dinheiro mas continuava assombrada pelo sonho que não foi realizado. Para mim um emprego que não envolva contacto com outros seres humanos não vale a pena, eu poderia passar horas e horas a fazer contas e ganhar um balúrdio de dinheiro, mas que isso importa se não estou a ajudar ninguém, ver um sorriso na cara de alguém ou pelo menos ajuda-la a passar por um mau bocado. A sociedade hoje em dia apenas tira satisfação em criticar os outros, em expor os seus defeitos ignorando as suas qualidades, esquecendo o facto de essa pessoa possuir sentimentos e sofrer com isso tudo.    Odeio saber que neste exacto momento esta alguém a ser deitado abaixo, talvez por não ser tão magra como aquelas modelos esqueléticas que caminham na passerele, ou por não amar alguém do sexo oposto e ter força suficiente para enfrentar tudo e ser feliz ao lado de quem realmente ama. Estas pessoas são tão importantes como todos nós e lá por não estarem dentro do grupo restrito do que a porcaria da sociedade considera o ideal, merecem todo o nosso respeito.

By: Puky