Sabia que tinha que fazer algo mas não sabia o que. Nao a poderia deixar sair dali e ajudar a amiga mas tambem nao a poderia prender a meu lado, ela nunca me iria perdoar, nunca me senti tao confuso em toda a minha vida, a situação que ja ha muito era ma, agora houvera piorado. Dei voltas e voltas a minha cabeça, tinha que arranjar um plano de salvar a amiga da Taylor, nao aguentava mais ouvi-la chorar, doia.me demasiado. Horas depois arranjei um plano, um plano estupido e talvez sucicida mas ao menos tinha um. Quando se esta apaixonado faz-se coisas parvas para a felicidade da outra pessoa e essa era uma dessas coisas. O plano era simples, enquanto eu começava a correr e a gritar que iria contar a toda a gente sobre o pequeno (grande) segredo do meu pai, ele iria de certeza seguir-me e, talvez espancar-me ate á morte, mas isso nao interessa, porque enquanto o mantia distraido a Taylor descia ate a cave, trazia a amiga e fazia com que ela saisse pela janela do meu quarto. Agora percebo o quando era estupido e perigoso mas naquele momento so pensava em ve-la bem.
No dia seguinte, decidimos cumprir o plano já que a amiga da Taylor tambem nao teria muito tempo. Naquele momento estava completamente assustado mas ela com a sua voz melodica sussurrou-me ao ouvido : Tu consegues amor! e voltei a ter forças de novo, comecei a correr em direcção a rua e a seguir com o plano, como de esperado o meu pai veio atras de mim, mal cheguei á entrada, este derrubou-me e enquando estava deitado no chão ele pontapeou-me enquando gritava: Estas louco? Eu ja te tinha avisado miudo! Para a proxima vais desta para melhor!, sentia dores horriveis, mas era por ela por isso nao importava. Queria que ele parasse mas precisava que continuasse para poder dar tempo á Taylor, derrepente ouviu-se uma porta a bater, ele olhou-me com os seus olhos furiosos, baixou-se e sussurrou: Espero que a tua amiguinha nao tenho feito nenhuma asneira!
Continua...
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