quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
True Love 2 Part.1
Desculpem a demora a publicar posts novos :C. Espero que gostem ;D
Acordei na cave, havia estado inconsciente durante várias horas e uma enorme dor de cabeça não permitia sequer que os meus olhos se abrissem completamente. Ouvia o barulho de sirenes ao longe e um sorriso inundou a minha face mesmo sem saber se era real ou apenas um produto da minha imaginação. Depois de recuperar completamente os sentidos comecei a ouvir passos a dirigirem-se em direcção a porta da cave onde estava presa, a minha esperança desapareceu... Pensei que era ele e que aquele pesadelo nunca iria acabar. De repente a velha porta de ferro abriu-se, baixei a cabeça e comecei a chorar, mas ao levantá-la de novo voltei a sorrir ao perceber que era realmente ajuda, apesar de um pouco confusa, levantei-me e sai da cave onde estava presa desde a tentativa de fuga. Deixaram-me sozinha na ambulância, e apenas conseguia pensar que iria ver a minha família outra vez, e que depois de tanto tempo ali, finalmente poderia ser livre com o rapaz que amava a meu lado e poderíamos ser felizes longe de tudo aquilo. Farta de esperar levantei-me e ao sair dei de cara com aquele mostro e claro a sua mulher que estava sempre a seu lado mesmo sabendo o que ele fazia ás raparigas. Do canto do olhos, vi um saco preto a sair daquela casa e a entrar numa enorme carrinha preta da "Medicina Legal", um arrepio percorreu todo o meu corpo porque sabia que poderia ser eu a estar ali e ser apenas mais uma vitima daquele psicopata. Enchi-me de coragem e aproximei-me da mulher enquanto o seu marido estava a ser levado para o carro da policia e sem a olhar directamente nos olhos perguntei baixinho:
- O seu filho...? - Nem sequer me respondeu... Apenas me olhou com os seus olhos pesados e avermelhados. Senti que algo não estava bem, o pesadelo tinha acabado, a policia estava ali, aquele mostro havia finalmente sido apanhado, mas porque e que e o Kevin não estava ali? De repente olhei para a mãe dele, tinha tirado algo no bolso e depois esticou a sua mão aberta onde estava um pequeno papel e disse:
- Lê!
Continua...
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